Comprei na Moonshadowns. Doido para adaptar meus personagens!
Ô dinheirinho bem investido!
sábado, agosto 22, 2009
Mutantes e Malfeitores
sábado, outubro 06, 2007
Escudo para Castelo Falkenstein - Parte 2
Dando continuidade a confecção do Escudo para Castelo Falkenstein, disponibilizo o arquivo em Formato XLS em que estão organizadas as primeiras informações da mecânica do Grande Jogo.
Disponível em: http://rapidshare.com/files/60783972/Falkenstein.xls.html
Abaixo vocês podem verificar como está ficando a arte do Escudo.
Opiniões são muito bem-vindas Senhoras e Senhores
Disponível em: http://rapidshare.com/files/60783972/Falkenstein.xls.html
Abaixo vocês podem verificar como está ficando a arte do Escudo.

Opiniões são muito bem-vindas Senhoras e Senhores
domingo, setembro 09, 2007
Tome Nota!
Mestrar é algo interessante. Tem-se liberdade total para elaborar qualquer história, depende apenas de sua imaginação.
Entretanto, as histórias não são originais (já foram um dia). EU acredito que TODAS as histórias já foram contadas... o que muda é a FORMA como elas são narradas. Cinema, RPG, Teatro, Computer Games. Joseph Campbell tem razão quando discorre sobre o monomito. Sei que tem outras estruturas também mas a essência está lá.
O meu grupo adorava nossas partidas mas elas sempre eram inspiradas (cópiadas) em filmes atuais ou antigos. A diferença estava na Narração. Era deveras satisfatório vê-los se esquivando ou arregalando os olhos a medida em que eu descrevia suas ações.
Tudo isso para dizer:
Eu assisti Transformers... eu adorei, voltei a ser criança e me arrepiei com a voz de Peter Cullen representando Optimus Prime.
E eu confio em Guilherme Briggs.
Sai da sala de cinema misturando A Fonte da Vida com o que acabara de ver.
Já esqueci tudo... praga! preciso anotar as coisas.
Entretanto, as histórias não são originais (já foram um dia). EU acredito que TODAS as histórias já foram contadas... o que muda é a FORMA como elas são narradas. Cinema, RPG, Teatro, Computer Games. Joseph Campbell tem razão quando discorre sobre o monomito. Sei que tem outras estruturas também mas a essência está lá.
O meu grupo adorava nossas partidas mas elas sempre eram inspiradas (cópiadas) em filmes atuais ou antigos. A diferença estava na Narração. Era deveras satisfatório vê-los se esquivando ou arregalando os olhos a medida em que eu descrevia suas ações.
Tudo isso para dizer:
Eu assisti Transformers... eu adorei, voltei a ser criança e me arrepiei com a voz de Peter Cullen representando Optimus Prime.
E eu confio em Guilherme Briggs.
Sai da sala de cinema misturando A Fonte da Vida com o que acabara de ver.
Já esqueci tudo... praga! preciso anotar as coisas.
segunda-feira, agosto 20, 2007
Escudo para Castelo Falkenstein - parte 1
A algum tempo adquiri o Livro de RPG Castelo Falkenstein.
Se você não conhece o jogo visite A Resenha do Livro Básico de Castelo Falkenstein por LFVasques. Tal atitude foi tomada com base em uma matéria publicada em uma Dragão Brasil.
Honra,Virtude, Respeito, Coragem... São valores que sinto falta em nossa sociedade (malditos Unseelie!!) e que gostaria de revisita-los através deste fantástico jogo.
Mas eu o adquiri em um momento que acomete, cedo ou tarde, a maioria dos grupos de RPG: a vida adulta. Cheia de responsabilidades e de compromissos que pressionam a freqüência das sessões de RPG para um canto menos iluminado de nossas vidas.
Menos iluminado, mas não esquecido.
Este blog tem o objetivo de manter a pequena chama acesa.
A minha vontade de visitar o Castelo Falkenstein é grande demais para deixa-lo empoeirar na minha estante.
A partir deste post, procurarei juntar subsídios para fazer algo para o Grande Jogo.
Não sei nem se será útil ou mesmo usado, mas espero que sirva como inspiração durante uma partida de mesa (Este jogo costuma ser praticado com grande eficiência como Live Action).
Trata-se de um ESCUDO do ANFITRIÃO (o mestre, aquele que irá narrar a história), com os dados técnicos do seu lado e uma ilustração para os jogadores.
Se você não conhece o jogo visite A Resenha do Livro Básico de Castelo Falkenstein por LFVasques. Tal atitude foi tomada com base em uma matéria publicada em uma Dragão Brasil.
Honra,Virtude, Respeito, Coragem... São valores que sinto falta em nossa sociedade (malditos Unseelie!!) e que gostaria de revisita-los através deste fantástico jogo.
Mas eu o adquiri em um momento que acomete, cedo ou tarde, a maioria dos grupos de RPG: a vida adulta. Cheia de responsabilidades e de compromissos que pressionam a freqüência das sessões de RPG para um canto menos iluminado de nossas vidas.
Menos iluminado, mas não esquecido.
Este blog tem o objetivo de manter a pequena chama acesa.
A minha vontade de visitar o Castelo Falkenstein é grande demais para deixa-lo empoeirar na minha estante.
A partir deste post, procurarei juntar subsídios para fazer algo para o Grande Jogo.
Não sei nem se será útil ou mesmo usado, mas espero que sirva como inspiração durante uma partida de mesa (Este jogo costuma ser praticado com grande eficiência como Live Action).
Trata-se de um ESCUDO do ANFITRIÃO (o mestre, aquele que irá narrar a história), com os dados técnicos do seu lado e uma ilustração para os jogadores.
Fiz este esboço como ilustração básica: podemos ver que se trata de escudo divido em 4 partes. Esta sendo planejado para ter 21cm de altura e 84cm de comprimento.
A segunda parte consiste em definir o que é útil para o ANFITRIÃO e o que pode representar melhor o clima da Nova Europa para os jogadores.
Até a próxima.
A segunda parte consiste em definir o que é útil para o ANFITRIÃO e o que pode representar melhor o clima da Nova Europa para os jogadores.
Até a próxima.
quinta-feira, julho 26, 2007
As Margaridas Amarelas - Um efeito do Paradoxo
Aos poucos seus sentidos forçavam-na a voltar a realidade. As cores, ora inexistentes, ganhavam vida a medida que alguns segundos eram gastos em piscadelas rápidas. Mas ainda não conseguia mover-se. Seu desespero aumenta quando percebe que sua força de vontade não é suficiente para mover seu pescoço. Entra em pânico quando nota que ela não é suficiente para mais nada além de piscar. nem chorar ela consegue e se conseguir, teme que se afogue nas próprias lágrimas.
Quanto tempo parece passar? Os segundos estão distorcidos, ora longos como horas ora curtos como pensamentos.
Não sente nada, nem o vento que ela escuta e somente o percebe graças a visão de seus cabelos negros balançando e repousando em sobre seus lábios carnudos.
Ela vê e escuta,... nada mais.
Vê um mar de margaridas ondulando a sua frente. As vezes algumas pétalas caminham lentamente em sua direção, o que lhe trás a sensação de estar deitada. Ouve o vento e por mais que se esforce, não escuta nada além disso.
"O que é isso? - Estou Louca? Que lugar é este?. As perguntas reverberam na sua cabeça, todas buscam uma saída para aquele lindo delírio angustiante.
Ela ouve passos a sua esquerda, passos amortecidos por algo macio que ela deduz ser as pétalas que caem forrando o chão.
Surge em seu campo visual, a sua direita, um homem de terno azul-cobalto, parece não notá-la, apenas olha para as margaridas acima de sua cabeça decorada com cabelos loiro-ruivo.
Ele tira de seus bolsos a mão direita e tenta alcançar as flores. Este ato faz com que as flores fujam timidamente de seu toque.
O homem diz, sem ainda percebê-la, mas desistindo de tocar as margaridas: - Sua cor preferida sempre foi o Azul!.
Ele olha para um lado e para outro como se procurasse um caminho a seguir, ou alguém. Ele prepara um grito, mas não o emite. Ela sabe que é por ela a busca e só precisa ouvir seu nome novamente.
O homem escolhe uma direção e parte, em busca de alguém e ela fica com a esperança de que a encontre, afogada nas margaridas amarelas.
Quanto tempo parece passar? Os segundos estão distorcidos, ora longos como horas ora curtos como pensamentos.
Não sente nada, nem o vento que ela escuta e somente o percebe graças a visão de seus cabelos negros balançando e repousando em sobre seus lábios carnudos.
Ela vê e escuta,... nada mais.
Vê um mar de margaridas ondulando a sua frente. As vezes algumas pétalas caminham lentamente em sua direção, o que lhe trás a sensação de estar deitada. Ouve o vento e por mais que se esforce, não escuta nada além disso.
"O que é isso? - Estou Louca? Que lugar é este?. As perguntas reverberam na sua cabeça, todas buscam uma saída para aquele lindo delírio angustiante.
Ela ouve passos a sua esquerda, passos amortecidos por algo macio que ela deduz ser as pétalas que caem forrando o chão.
Surge em seu campo visual, a sua direita, um homem de terno azul-cobalto, parece não notá-la, apenas olha para as margaridas acima de sua cabeça decorada com cabelos loiro-ruivo.Ele tira de seus bolsos a mão direita e tenta alcançar as flores. Este ato faz com que as flores fujam timidamente de seu toque.
-Margaridas! - diz surpreso - e Amarelas! Porque você escolheu esta cor?Se a pergunta foi dirigida a ela, pouco importa, mas a resposta parece querer saltar de sua boca imóvel - "Eu não sei!"
O homem diz, sem ainda percebê-la, mas desistindo de tocar as margaridas: - Sua cor preferida sempre foi o Azul!.
Ele olha para um lado e para outro como se procurasse um caminho a seguir, ou alguém. Ele prepara um grito, mas não o emite. Ela sabe que é por ela a busca e só precisa ouvir seu nome novamente.
O homem escolhe uma direção e parte, em busca de alguém e ela fica com a esperança de que a encontre, afogada nas margaridas amarelas.
A mágika não está morta.
Abra seus olhos e...
Desperte.
Abra seus olhos e...
Desperte.
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Licença Creative Commons.
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Palavras-Chaves
Mago,
Paradoxo,
RPG,
White Wolf
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